
Ah, que alegria em poder voltar a postar e escrever sobre esse assunto que tanto tem alegrado a minha vida nesses tempos. E continuará – se Deus quiser – por muito tempo. Aliás, por mim, não vai acabar nunca!
Como a vida prepara e constrói situações em nossas vidas que, surpreendentemente, acontecem e nos desconcertam... “Desconcertam” no sentido positivo. Surpreendem, animam, renovam as esperanças quando tudo parece estar desarrumado, perdido. Você pára, respira, olha em volta, e redescobre o quanto ainda há pra viver, quanta força há do lado de fora – o universo à nossa volta – e do lado de dentro – a essência de cada pessoa.
Eu sei que foi uma conspiração genial e imensa, que culminou no dia 12 de setembro de 2008 num reencontro de duas vidas, duas almas, dois corações. De repente duas histórias que eram distintas, passaram a ser paralelas desde junho e, naquela noite, se cruzaram e não se separaram mais. São duas vidas, duas almas, dois corações, duas histórias diferentes, mas que, agora, seguem juntas.
Ah, como eu tenho sentido alegria de estar vivo nesses tempos... Como é bom viver este sentimento. Tem gente que vai viver e nunca experimentar isso... Algo que para muitos parece tão distante e intocável, me é forte, quente, palpável, lúcido, real.
Sim, estou amando. E muito! “Muito” porque não se mede amor, não se pesa, não se limita. E para mim, é muito! Não “muito” cegamente, além da conta, exacerbado. Mas “muito” como uma taça que transborda e que não se cansa de transbordar. Como um rio que está cheio, mas que ainda há espaço para mais água. Como pulmões que precisam respirar e se enchem de ar, de vida. Eles respiram involuntariamente, sem a nossa vontade! Assim, é o meu jeito de amar.
O mundo, as situações podem apontar para a direção contrária: comodismo, falta de compromisso, prazer pelo prazer, interesses em primeiro lugar, maldade, tristeza, falta de amor... Mas eu acredito no Amor! E acreditarei sempre. Como duvidar do Amor, se ele é a única coisa que não vai acabar? (Vide Bíblia Sagrada, Carta de São Paulo aos Coríntios, cap. 13)
[“Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.
Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.
O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará...” ]
Sim, o Amor não vai acabar. O meu pode até esfriar, mudar, mas o Amor sempre estará ali para ser vivenciado. Testemunho situações em que as pessoas (temporariamente, porque depois descobrem que estavam erradas) desistem de amar. Acham que não conseguirão mais. Que não existe! Ah, quanta ilusão. A vida os ensinará!
Voltando ao meu amor, quero falar sobre a pessoa amada. É incrível como encaixamos. O seu jeito de se vestir, de falar, de andar, de comer, de olhar... Suas palavras, seus gestos, seu carinho, seu beijo, seu abraço, seu corpo... E tantos outros fatores e detalhes que me fazem dizer sem medo de ser feliz: EU TE AMO. MUITO!
Eu me entreguei, me lancei na imensidão de uma paixão e cheguei aonde todos querem ir: ao Amor! De acordo com minhas teorias, a paixão é aquele momento inicial de atração, de desejo... A paixão passa logo! Se não houver amor, acaba, esfria, morre. E o meu está muito vivo, heim?!
Eu quero te levar nessa viagem de amor. A cada passo que dermos, serei sua proteção, abrigo, força, luz, ar. Juntinhos, queremos ir além! Somos a força um do outro.
Pode parecer efêmero isto, já que dia 12 de novembro serão dois meses. Mas (vejam minha cara de preocupado!) não importa o tempo. E sim a intensidade, o sentimento, os momentos vividos, o respeito... Eu sei que será o segundo dia 12 de muitos que virão pela frente. Eu quero e estou disposto. Dê-me sua mão e vamos juntos!
Eu me conheço, sei dos meus valores, sei até onde posso ir e o que posso proporcionar: eu sou teu! E sei que te tenho também. Quero inteiramente! Não só as partes boas, mas quero com problemas, dificuldades, chatices, manias, defeitos... Na segurança ou incerteza, precisamos crescer juntos!
Foi a maior surpresa que recebi, e agradeço a Deus por você!
Há um termo que uso para chamar a pessoa que amo: Vida. Por seu o maior bem que uma pessoa pode ter, o mais precioso. Algo que é essencial para viver, existir. Algo que é esquecido às vezes, mas que é Tudo: a vida. VIDA, TE AMO.
Gente, é muita coisa a escrever e já que terei outras oportunidades para postar, continuarei com as histórias da minha alma. Por hoje, é só!
Ah, para complementar isso tudo, deixo-vos a letra de uma música que consideramos como Nossa. Ela é do Djavan, mas já nos apropriamos dela. “Um amor puro” é o retrato de um sentimento que nem sabe o quanto é grande, forte e puro, mas é entregue à pessoa amada.
[O que há dentro do meu coração
Como a vida prepara e constrói situações em nossas vidas que, surpreendentemente, acontecem e nos desconcertam... “Desconcertam” no sentido positivo. Surpreendem, animam, renovam as esperanças quando tudo parece estar desarrumado, perdido. Você pára, respira, olha em volta, e redescobre o quanto ainda há pra viver, quanta força há do lado de fora – o universo à nossa volta – e do lado de dentro – a essência de cada pessoa.
Eu sei que foi uma conspiração genial e imensa, que culminou no dia 12 de setembro de 2008 num reencontro de duas vidas, duas almas, dois corações. De repente duas histórias que eram distintas, passaram a ser paralelas desde junho e, naquela noite, se cruzaram e não se separaram mais. São duas vidas, duas almas, dois corações, duas histórias diferentes, mas que, agora, seguem juntas.
Ah, como eu tenho sentido alegria de estar vivo nesses tempos... Como é bom viver este sentimento. Tem gente que vai viver e nunca experimentar isso... Algo que para muitos parece tão distante e intocável, me é forte, quente, palpável, lúcido, real.
Sim, estou amando. E muito! “Muito” porque não se mede amor, não se pesa, não se limita. E para mim, é muito! Não “muito” cegamente, além da conta, exacerbado. Mas “muito” como uma taça que transborda e que não se cansa de transbordar. Como um rio que está cheio, mas que ainda há espaço para mais água. Como pulmões que precisam respirar e se enchem de ar, de vida. Eles respiram involuntariamente, sem a nossa vontade! Assim, é o meu jeito de amar.
O mundo, as situações podem apontar para a direção contrária: comodismo, falta de compromisso, prazer pelo prazer, interesses em primeiro lugar, maldade, tristeza, falta de amor... Mas eu acredito no Amor! E acreditarei sempre. Como duvidar do Amor, se ele é a única coisa que não vai acabar? (Vide Bíblia Sagrada, Carta de São Paulo aos Coríntios, cap. 13)
[“Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.
Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.
O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará...” ]
Sim, o Amor não vai acabar. O meu pode até esfriar, mudar, mas o Amor sempre estará ali para ser vivenciado. Testemunho situações em que as pessoas (temporariamente, porque depois descobrem que estavam erradas) desistem de amar. Acham que não conseguirão mais. Que não existe! Ah, quanta ilusão. A vida os ensinará!
Voltando ao meu amor, quero falar sobre a pessoa amada. É incrível como encaixamos. O seu jeito de se vestir, de falar, de andar, de comer, de olhar... Suas palavras, seus gestos, seu carinho, seu beijo, seu abraço, seu corpo... E tantos outros fatores e detalhes que me fazem dizer sem medo de ser feliz: EU TE AMO. MUITO!
Eu me entreguei, me lancei na imensidão de uma paixão e cheguei aonde todos querem ir: ao Amor! De acordo com minhas teorias, a paixão é aquele momento inicial de atração, de desejo... A paixão passa logo! Se não houver amor, acaba, esfria, morre. E o meu está muito vivo, heim?!
Eu quero te levar nessa viagem de amor. A cada passo que dermos, serei sua proteção, abrigo, força, luz, ar. Juntinhos, queremos ir além! Somos a força um do outro.
Pode parecer efêmero isto, já que dia 12 de novembro serão dois meses. Mas (vejam minha cara de preocupado!) não importa o tempo. E sim a intensidade, o sentimento, os momentos vividos, o respeito... Eu sei que será o segundo dia 12 de muitos que virão pela frente. Eu quero e estou disposto. Dê-me sua mão e vamos juntos!
Eu me conheço, sei dos meus valores, sei até onde posso ir e o que posso proporcionar: eu sou teu! E sei que te tenho também. Quero inteiramente! Não só as partes boas, mas quero com problemas, dificuldades, chatices, manias, defeitos... Na segurança ou incerteza, precisamos crescer juntos!
Foi a maior surpresa que recebi, e agradeço a Deus por você!
Há um termo que uso para chamar a pessoa que amo: Vida. Por seu o maior bem que uma pessoa pode ter, o mais precioso. Algo que é essencial para viver, existir. Algo que é esquecido às vezes, mas que é Tudo: a vida. VIDA, TE AMO.
Gente, é muita coisa a escrever e já que terei outras oportunidades para postar, continuarei com as histórias da minha alma. Por hoje, é só!
Ah, para complementar isso tudo, deixo-vos a letra de uma música que consideramos como Nossa. Ela é do Djavan, mas já nos apropriamos dela. “Um amor puro” é o retrato de um sentimento que nem sabe o quanto é grande, forte e puro, mas é entregue à pessoa amada.
[O que há dentro do meu coração
Eu tenho guardado pra te dar
E todas as horas que o tempo
Tem pra me conceder
São tuas até morrer
E a tua história, eu não sei
Mas me diga só o que for bom
Um amor tão puro que ainda nem sabe
A força que tem
é teu e de mais ninguém
Te adoro em tudo, tudo, tudo
Quero mais que tudo, tudo, tudo
Te amar sem limites
Viver uma grande história
Aqui ou noutro lugar
Que pode ser feio ou bonito
Se nós estivermos juntos
Haverá um céu azul
Um amor puro
Não sabe a força que tem
Meu amor eu juro
Ser teu e de mais ninguém
Um amor puro]
Um Amor Puro – Djavan
Composição: Djavan
Obrigado pela sua visita. Se quiser, comente!
Deus te abençoe. Reze por mim!
Edgar Barra
Um Amor Puro – Djavan
Composição: Djavan
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Deus te abençoe. Reze por mim!
Edgar Barra

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